<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611</id><updated>2011-04-27T01:47:45.390-03:00</updated><title type='text'>Paisagismo &amp; Cia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115591316144091887</id><published>2006-08-18T11:51:00.000-03:00</published><updated>2006-08-18T12:06:38.556-03:00</updated><title type='text'>Artigos   |   O fim dos inseticidas sintéticos</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: right; color: rgb(255, 204, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O fim dos inseticidas sintéticos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: right; color: rgb(255, 204, 153); font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O desafio do próximo século já chegou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;O Neem atua diretamente no hormônio dos insetos e larvas, tirando a chance de criar nova resistência, fazendo com que parem de se alimentar e de se reproduzirem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIGEM DO NIM : O Nim é uma árvore conhecida a mais de 2.000 anos na Índia, além de eficaz repelente ela é muito utilizada como planta medicinal no tratamento de uma infinidade de doenças. Devido a efeitos colaterais provocados por repelentes e inseticidas sintéticos na natureza a tendência atual é o uso de uma alternativa natural que tenha a mesma eficácia que os sintéticos. Existem mais de 2400 plantas que são conhecidas por suas propriedades repelentes e pesticidas, mas somente o Nim oferece um controle efetivo dos insetos sem afetar o meio ambiente. Por que Bioprotetor Natural e não Inseticida Natural ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/fimInseticidas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/fimInseticidas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O sufixo cida significa aniquilador, matador, assassino. O Óleo de Nim não é um produto com o tradicional efeito inseticida aniquilador característico das substancias petro-químicas largamente utilizadas na agricultura uma vez que não mata os insetos instantaneamente. Essa aparente desvantagem é, na verdade, uma grande vantagem conforme será devidamente explicado posteriormente. O Óleo de Nim não possui efeito nocauteador ( efeito “knock-down”) sobre os insetos e larvas. Também não funciona a longo prazo como os inseticidas biológicos tipo Bacillus turingensis (Dipel) dando margem a que os insetos continuem devastando a lavoura antes de morrerem. O seu efeito é imediato, porém, de outra forma, ou seja, ele atua imediatamente repelindo e/ou fazendo com que os insetos e larvas parem de se alimentar via efeito anti-alimentar (efeito “ anti-feeding”). Atua também via outros mecanismos a médio e longo prazo conforme será amplamente explicado adiante. Isso torna o Óleo de Nim um excelente aliado do agricultor no controle efetivo de insetos e pragas e o coloca em posição de destaque como uma nova categoria de produtos ecologicamente corretos para a utilização na agricultura do próximo milênio. O planeta Terra não tem mais condições de absorver as milhares e milhares de toneladas de produtos petro-químicos venenosissimos usados atualmente na agricultura convencional que todos nós sabemos irão gerar uma série de problemas de saúde. O Óleo de Nim demonstrou ser totalmente isento de efeitos nocivos a todos os animais de sangue quente, peixes e a 6 espécies diferentes de minhocas e demais organismos de solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, o óleo de Nim é um novo conceito em termos de controle de insetos e pragas que tem auxiliado milhares e milhares de agricultores conscientes em diversos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os inseticidas sintéticos originários da petro-quimica matam indiscriminadamente os insetos e larvas, poluem o ambiente, intoxicam operadores, seus familiares, e até mesmo os consumidores e portanto, e por isso mesmo, tem sido repudiados a nível mundial. Não obstante serem extremamente tóxicos, esses produtos não conseguem de forma alguma controlar os insetos pois são formulados utilizando-se de apenas uma única molécula a qual é invariavelmente protegida por uma patente que dá direito ao seu detentor de comercializá-la a preços muitas vezes exorbitantes amparados que estão por registro efetuados junto a órgãos oficiais do governo. Isto é, o governo não só colabora como também oficializa e o que é pior monopoliza a venda desses produtos altamente tóxicos e portanto é fator determinante da intoxicação generalizada da população. Ocorre que os insetos , dotados de um maravilhoso mecanismo de defesa, desenvolvem resistência a esses venenos em apenas 3 gerações em alguns casos. Por isso é que em 1988 no E.P.A. ( Environment Protection Agency) já haviam cerca de 50.000 produtos químicos registrados para uso na agricultura porque a cada 3 gerações surgem novas variedades de insetos resistentes a essas moléculas isoladas e portanto novas moléculas tem que ser produzidas e patenteadas e colocadas no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo não tem fim. A cada ano surgem venenos mais e mais poderosos. Inseticidas e fungicidas que antes controlavam os problemas na ordem de 1 a 2 kg por hectare agora estão sendo fabricados para serem utilizados em doses de apenas 200 gramas por hectare. Esses tipos de moléculas são por assim dizer cerca de 10 vezes mais venenosas que as anteriormente utilizadas, porem as multinacionais as apresentam como mais “seguras” ao meio ambiente pelo simples fato de que se usa menos produto. Menos produto para um mesmo efeito significa maior toxicidade e não menor toxicidade. Isso é um escárnio e uma afronta a inteligência humana e cabe a nós dar um grande e rotundo “Basta !” a toda essa situação. Isso agora é possível com a utilização do Óleo de Nim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam por exemplo um resumo dos efeitos nocivos dos inseticidas sintéticos:&lt;br /&gt;1. Poluição ambiental.&lt;br /&gt;2. Danos a saúde devido a níveis elevados ( ou mesmo baixos) de resíduos.&lt;br /&gt;3. Destruição indiscriminada de insetos sem nenhuma consideração sobre o seu papel no meio ambiente muitas vezes benéfico, como no caso dos inimigos naturais.&lt;br /&gt;4. Envenenamento de animais de sangue quente como pássaros, gado, criação em geral e pessoas que tenham contacto com os mesmos.&lt;br /&gt;5. Desenvolvimento de resistência em insetos.&lt;br /&gt;6. Ressurgimento de certas pragas secundarias e/ou principais que estavam sendo anteriormente controlada por insetos que foram destruídos pelo agrotóxico. Com o seu desaparecimento houve menos concorrência e novas pragas, então, surgiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o principal ( ou principais) ingrediente ativo do Óleo de Nim ?&lt;br /&gt;O Óleo de Nim exibe o seu poder controlador de insetos devido a uma série de ingredientes com características pesticidas .O seu principal grupo de ingredientes ativos é uma mistura de 3 ou 4 compostos bastante assemelhados porem conta , também, com 20 outros ingredientes menores mas que são bastante ativos de uma maneira ou de outra. Os principais ingredientes pertencem a uma classe de produtos naturais conhecidos como triterpenos mais especificamente limonoides . Até o momento,, pelo menos 9 limonoides extraídos do Nim demonstraram habilidade para inibir o crescimento e desenvolvimento dos insetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos limonoides estão sendo descobertos porem a azadirachtina, salanina, meliantriol, e a nimbina são os mais conhecidos.&lt;br /&gt;A Azadirachtina foi um dos primeiros princípios ativos a serem isolados do Nim e já provou ser o principal ingrediente no combate aos insetos. Atribui-se a Azadarachtina cerca de 90% dos efeitos causados nos insetos e é, por isso mesmo, utilizada como padrão de qualidade quando da utilização de óleos de Nim de diversas procedências .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Azadarachtina não mata instantaneamente os insetos porem os impede de continuarem se alimentando. Alem disso, interfere no seu desenvolvimento e já demonstrou ser um dos mais potentes reguladores de crescimento de insetos pesquisados nos últimos 20 anos.&lt;br /&gt;Essa substancia repele ou reduz a ingestão de alimentos de varias espécies de insetos prejudiciais as lavouras bem como de alguns nematóides . Na verdade ela é tão potente que um simples traço da sua presença impede que alguns insetos cheguem até a tocar as plantas.&lt;br /&gt;A Azadarachtina é estruturalmente similar ao hormônio chamado “ecdysona” que controla o processo de metamorfose das diversas fases da vida do inseto ( larva, pupa e inseto adulto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela afeta o Corpus cardiacus, um órgão semelhante a glândula pituitária na espécie humana, que controla a secreção de hormônios. A metamorfose requer uma sincronia perfeita de vários hormônios e outras mudanças fisiológicas para ser bem sucedida e a Azadarachtina é um bloqueador de “ecdysona”. Ela bloqueia a produção e a liberação desse hormônio vital para os insetos. Os insetos então não fazem a “muda” ou mudança de uma fase para outra, interferindo no seu ciclo de vida.&lt;br /&gt;O melantriol é um outro inibidor alimentar que em concentrações extremamente baixas tem o efeito de paralisar a alimentação dos insetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse seu efeito foi pela primeira vez demonstrado nos gafanhotos. A salanina foi o terceiro terpenoide a ser isolado do Nim.&lt;br /&gt;Certos ingredientes menores também possuem efeito anti-hormonal. A pesquisa também demonstrou que alguns desses ingredientes menores conseguem até paralisar o mecanismo de deglutição, desta forma impedindo os insetos de se alimentarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o mecanismo de ação do Óleo de Nim nos insetos ?&lt;br /&gt;Até o momento já foram descritos na literatura científica os seguintes efeitos :&lt;br /&gt;- Repelente de larvas e adultos.&lt;br /&gt;- Inibindo ou impedindo o desenvolvimento de ovos, larvas ou pupas.&lt;br /&gt;- Bloqueio da “muda” de larvas ou ninfas.&lt;br /&gt;- Impedindo a comunicação sexual e o acasalamento.&lt;br /&gt;- Impedindo que fêmeas depositem os ovos.&lt;br /&gt;- Esterilizando insetos adultos.&lt;br /&gt;- Envenenando larvas e insetos adultos.&lt;br /&gt;- Inibindo a alimentação.&lt;br /&gt;- Bloqueio da habilidade de deglutir, isto é redução da motilidade intestinal.&lt;br /&gt;- Perturbação da metamorfose nas várias etapas.&lt;br /&gt;- Inibindo a formação de quitina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o mecanismo de ação da Azarachtina ?&lt;br /&gt;Os vários estudos demonstraram que o mecanismo de ação da Azadarachtina pode ser conforme abaixo relacionados :&lt;br /&gt;1. Efeito Anti-alimentar via oral.&lt;br /&gt;a) Principal : Inibe a atividade dos receptores de sensibilidade gustativa da cavidade oral, modifica a ingestão normal de alimentos e a capacidade alimentar prospectiva dos Insetos.&lt;br /&gt;b) A ingestão de princípios ativos junto com o alimento conduz a inanição e morte.&lt;br /&gt;2. Ação Dermal. Penetra através da cutícula dos insetos e inibe a síntese de quitina, provocando, então desidratação e morte.&lt;br /&gt;3. Efeito Repelente . Devido a mudanças no comportamento locomotor e estacionário dos insetos, em alguns casos o acasalamento, assim como a comunicação sexual é afetada.&lt;br /&gt;4. Efeito Destruidor do Crescimento . Pela inibição do crescimento normal do inseto por meio da interferência nos ciclos de mudança . Suprime a atividade da ecdysona e a larva não efetua a mudança de fase, mas fica na fase jovem para sempre até que eventualmente morre.&lt;br /&gt;5. Efeito na sobrevivência e reprodução pela ação inibidora da ovoposição. Quando a fêmea atinge o período de postura do seu ciclo de vida, a ovoposição é suprimida ou inibida.&lt;br /&gt;6. Efeito no Sistema Endócrino. Os extratos de Nim são acumulados no sistema neurosecretório do inseto, e por cruzarem a barreira cerebral , são concentrados no corpus cardiacus , resultando em uma menor utilização das proteínas neuro-secretórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais os principais insetos ou classes de insetos controlados pelo Óleo de Nim ?&lt;br /&gt;Pesquisadores relataram que os extratos de Nim afetavam quase 400 espécies de insetos.&lt;br /&gt;Classe Orthoptera: Compreende gafanhotos, grilos, esperanças, etc.... Nessa classe de insetos o efeito anti-alimentar é bem marcante. Varias espécies se recusam a comer plantas tratadas com nim por vários dias e algumas vezes até varias semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classe Homoptera: Afídeos (pulgões), moscas brancas, psyllids, cochonilhas, e outros insetos dessa classe são sensíveis ao nim em diversos graus de eficiência.&lt;br /&gt;Classe Thysanoptera: O Nim tem demonstrado ser muito eficiente em larvas de trips que ocorrem no solo. Entretanto, uma vez que os insetos adultos tenham se estabelecido nas plantas eles passam a ser menos suscetíveis aos extratos de Nim. As formulações oleosas mostraram-se mais eficientes em alguns ensaios talvez devido ao fato de que o óleo cobre e sufoca esse tipo de insetos.&lt;br /&gt;Classe Coleóptera:&lt;br /&gt;As larvas de todos os tipos de besouros, especialmente os fitófagos coccinelideos, e crisomelideos, são bastante afetados pelo óleo de Nim. Eles se recusam a comer plantas tratadas, crescem devagar, e alguns são mortos ao contato com os princípios ativos.&lt;br /&gt;Classe Lepdoptera:&lt;br /&gt;Resultados de inúmeros ensaios de campo, notadamente com traças, demonstraram que as larvas de diversos lepidópteros são altamente suscetíveis ao Nim . Tudo indica que pragas como lagartas militares, brocas de fruto, broca do milho, e pragas afins serão os principais alvos do óleo e dos extratos de Nim no futuro. O Nim os impede de se alimentarem porem esse efeito é menos marcante do que os danos ao crescimento e desenvolvimento que ele causa. Até o momento todos os resultados de campo em São Paulo, tem sido bastante animadores. Todos os produtores relatam uma diminuição sensível no ataque de lagartas e traças.&lt;br /&gt;Classe Diptera:&lt;br /&gt;Varias espécies de dipteros como mosca de frutas, mosca dos chifres, e moscas domesticas são também um bom alvo para Óleo de Nim. Em São Paulo, já temos resultados de campo que comprovam a eficiência do óleo de nim em moscas de frutas em maracujá. Foi observado, que a mosca dos chifres não se desenvolve em esterco tratado com pulverizações de Óleo de Nim.&lt;br /&gt;Classe Himenóptera:&lt;br /&gt;Efeitos anti-alimentar e desregulando a crescimento. Suscetível.&lt;br /&gt;Classe Heteroptera:&lt;br /&gt;Insetos sugadores que atacam diversas lavouras como café, arroz, hortaliças. São afetados. As propriedades sistêmicas do Nim afetam o seu habito alimentar e desregulam o seu crescimento e desenvolvimento.&lt;br /&gt;Insetos Domésticos - Baratas são bastante afetadas pelo Óleo de Nim. Ele mata os insetos jovens e inibe os adultos de efetuarem a ovoposição. Larvas impregnadas com óleo de Nim funcionaram em diversas espécies de barata incluindo a B. germânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que os insetos irão desenvolver resistência ao Óleo de Nim ?&lt;br /&gt;Todos os autores consultados são da opinião que será extremamente difícil aos insetos desenvolverem resistência aos ingredientes ativos do Óleo de Nim devido ao fato de serem inúmeros ( cerca de 40 ingredientes ativos) e da forma como os mesmos atuam.&lt;br /&gt;Alguns dos ingredientes ativos são bloqueadores da ecdysona que é um hormônio natural.&lt;br /&gt;Fica extremamente difícil aos insetos desenvolverem qualquer tipo de resistência quando inúmeros mecanismos são afetados ao mesmo tempo. Em ensaios conduzidos com o fim específico de desenvolver resistência nos insetos demonstrou-se ser essa possibilidade muito remota. Traças do repolho após 35 gerações consecutivas expostas ao Nim continuaram a exibir a mesma suscetibilidade aos princípios ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pensam as organizações mundais como a F.A.O. sobre o Óleo de Nim ?&lt;br /&gt;Diversas organizações internacionais como a GTZ da Alemanha tem promovido a pesquisa cultura e difusão do Nim como uma forma de reduzir a utilização de inseticidas sintéticos na agricultura principalmente no países do terceiro mundo, já que no primeiro mundo eles contam com mecanismos eficientes que coíbem a utilização desses produtos venenosos. Um exemplo disso é o Baysiston , da Bayer, que está proibido na Alemanha, sede daquela empresa, mas que continua sendo vendido no Brasil matando agricultores em todo o pais todos os anos. O Conselho Nacional de Pesquisas ( National Research Council) de Washington, USA, chamou o Nim de “a arvore para resolver os problemas globais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FAO ( Food and Agriculture Organization ) chamou o Nim de “ uma das maiores dádivas para a humanidade”. Recentemente, a Inglaterra rejeitou um pedido de uma empresa americana que pretendia “patentear” a planta do Nim para poder auferir lucros exclusivos sobre essa fonte inesgotável de recursos e verdadeira dádiva a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Óleo de Nim é tóxico ao homem e a vida silvestre ?&lt;br /&gt;Até o momento não foram encontrados nenhum efeito tóxico a animais de sangue quente incluindo pássaros, a peixes, a minhocas e demais organismos de solo. Em 1985 o E.P.A. (Environment Protection Agency) aprovou o produto comercial Margosan-A para controle de trips, moscas brancas, minadores de folha, lagartas em geral, pulgas, traças, broca de chifre, baratas, lagartas militares em estufas, viveiros, florestas e residências com base em estudo de toxicidade realizado com essa finalidade. Esse produto é um extrato dos frutos do Nim.&lt;br /&gt;Os dados sobre toxicidade são inúmeros. Par ilustrar podemos citar que em testes com abelhas o Nim demonstrou não afetar nem esses insetos benéficos quando em aplicações diretas.&lt;br /&gt;As doses letais LD 50 em diversos animais sempre ficavam acima das maiores dosagens aplicadas e portanto nunca eram determinadas pois os animais não morriam. Os extratos também demonstraram não ser mutagenicos em testes de mutagenecidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Óleo de Nim destrói os Inimigos Naturais ?&lt;br /&gt;Insetos que se alimentam de pólen como borboletas adultas e abelhas receberam uma dosagem diminuta de Nim que parece não os ter afetado. Alem do mais, em teste voluntário para registro do produto Margosan-A, ficou demonstrado que nem aplicações diretas contra as abelhas causou nenhum problema para esses insetos.&lt;br /&gt;Estudos com minhocas demonstraram que o Nim pode até ter efeitos positivos sobre esses animais de solo. A taxa de crescimento da minhocas foi maior quando se usou folhas de nim ou torta da semente de nim misturados ao solo. No Hawaii, os cientistas descobriram um exemplo maravilhoso da sutileza dos efeitos do óleo de nim. As moscas de fruta, que anualmente causam grandes prejuízos aos agricultores, foram testadas para se determinar a sua suscetibilidade aos ingredientes ativos do Nim .&lt;br /&gt;Enquanto, as frutas amadureciam nas arvores, os insetos jovens no interior dos casulos desenvolviam-se no solo. Pulverizando-se o solo com uma solução de Óleo de Nim o desenvolvimento das larvas era totalmente paralisado. Porem , um parasita natural da mosca de frutas, um certo tipo de ichneumon que parasita os casulos e é utilizado no controle biológico, não era afetado provando ser resistente ao Nim. Os predadores que são utilizados como controle biológico, ao que tudo indica, são resistentes ao Nim. Com o somatório de informações que dispomos até o momento permite-nos afirmar que o Óleo de Nim não representa um perigo iminente aos inimigos naturais e aos insetos benéficos demonstrando, mais uma vez, o extraordinário potencial dessa planta para toda a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as formas de aplicação do Óleo de Nim ?&lt;br /&gt;O Óleo emulsionado é geralmente pulverizado sobre as plantas com pulverizadores costais, ou motorizados. Pode-se usar também atomizadores e recentemente foram feitos testes com maquinas geradoras de fumaça ou “fog”. Cuba tem larga experiência em pulverizações com Óleo de Nim nas áreas urbanas no controle de pragas como o Aedes Egipty.&lt;br /&gt;O Óleo de Nim é um produto permitido pelas organizações certificadoras de Agricultura Orgânica no Brasil ?&lt;br /&gt;Sim, o Óleo de Nim é autorizado por todas as certificadoras orgânicas a nível mundial sem nenhuma exceção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTOR:&lt;br /&gt;Engº Agrº José Luiz M. Garcia&lt;br /&gt;M. Sc. Horticultura – Michigan State University&lt;br /&gt;Consultor em Agricultura Alternativa&lt;br /&gt;Membro da O.T.A ( Organic Trade Associaton )&lt;br /&gt;Membro da I.F.O.A.M&lt;br /&gt;Produtor Orgânico certificado pelo I.B.D.&lt;br /&gt;Literatura :&lt;br /&gt;1.Andersen, A.B. Ph.D. Science in Agriculture.Acres U.S.A. ,376 pp, 2.000.&lt;br /&gt;2. Callahan, P. S. Ph.D. Paramagnetism. Rediscovering Nature´s Secret Force of Growth Acres U.S.A. , 128 pp, 1995&lt;br /&gt;3. GTZ. Neem. A Natural Insecticide.”Gewinnung naturlicher Insektizide aus tropischen Pflanzen”, Deutsche Gesellschaft fur Technische Zusammenarbeit (GTZ), 34 pp., Eschborn, sem data.&lt;br /&gt;4.KONPHALINDO. National Consortium for Nature and Forest Conservation in Indonesia.National Conference on Biopesticides with emphasis on Neem., GTZ - Deutche Gesellschaft fur Technische Zusammenarbeit (GTZ) GmbH, 132 pp., Eschborn, 1998.&lt;br /&gt;5. Lisle, Harvey. The Enlivened Rock Powders. Acres U.S.A. , 194 pp, 1994.&lt;br /&gt;6.Norten, Ellen. NEEM. India´s Miraculous Healing Plant. Healing Arts Press., 92 pp., 2.000.&lt;br /&gt;7.Puri, H.S. NEEM. The Divine Tree. . Medicinal and Aromatic Plants - Industrial Profile, Harwood Academic Publishers, 182pp., 1999.&lt;br /&gt;8.Proceedings of a Seminar held in Dodowa.The Potentials of the Neem Tree in Ghana. GTZ - Deutche Gesellschfat fur Zusammenarbeit (GTZ) GmbH., Division 45, Rural Development, Working Field : “Non-synthetic Pesticides “,129 pp., Eschborn, 1988.&lt;br /&gt;9.Report of an Ad Hoc Panel of the Board of Science and Technology for International Development. NEEM. A Tree For Solving Global Problems National Research Council, National Academy Press, Washington, D.C. 139 pp., 1992.&lt;br /&gt;10..Schmutterer, H &amp;amp; K.R.S. Ascher. Natural Pesticides From The Neem Tree and Other Tropical Plants.,Proceedings of the Third International Neem Conference, Nairobi, Kenia, GTZ - Deutche Gesellschaft fur Technische Zusammenarbeit (GTZ) GmbH., 703 pp.,Eschborn 1987.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.cnpaf.embrapa.br/publicacao/circulartecnica/ct_28/index.htm EmbrapaGoiania&lt;br /&gt;http://www.cnpaf.embrapa.br/publicacao/circulartecnica/circ_62.pdf Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão&lt;br /&gt;http://www.seagro.to.gov.br/v_dicas.php?id=5265 Governo do Estado de Tocantins&lt;br /&gt;http://www.incra.gov.br/noticias/news/Ano/2004/mes/novembro/semana1/03_Planta%20de%20origem%20indiana%20ser%E1%20cultivada%20em%20assentamentos%20do%20Vale%20do%20Gurgu%E9ia.htm&lt;br /&gt;http://www.usp.br/siicusp/11osiicusp/ficha3254.htm&lt;br /&gt;http://www.ceasacampinas.com.br/artigos/artigo_03.htm&lt;br /&gt;http://www.planalto.gov.br/mesa/nt/n_01_7_03.htm&lt;br /&gt;http://globorural.globo.com/barra.asp?d=/edic/188/gr_respondea.htm&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115591316144091887?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115591316144091887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115591316144091887&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115591316144091887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115591316144091887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/08/artigos-o-fim-dos-inseticidas.html' title='Artigos   |   O fim dos inseticidas sintéticos'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115515615810112702</id><published>2006-08-09T17:39:00.000-03:00</published><updated>2006-08-09T17:42:38.370-03:00</updated><title type='text'>Pragas no Jardim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;"Saiba como reconhecer e combater as pragas que atacam seu jardim"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 102);"&gt;Receitas caseiras para combater &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 102);"&gt;as&lt;br /&gt;pragas que atacam seu jardim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulgão&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/pulgao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/pulgao.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É do tamanho de uma pulga, podendo ser verde, preto, marrom, branco ou amarelo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação: &lt;/span&gt;é um inseto sugador da seiva dos brotos novos e das flores.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate: &lt;/span&gt;pulverize calda de fumo a cada três dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Formigas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/formiga.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/formiga.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As saúvas, grandes e negras, são prejudiciais às plantas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; picotam as folhas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate:&lt;/span&gt; amarre um pano com pimentas vermelhas na planta atacada, sem apertar muito, ou aplique extrato de pimenta no caule – pimenta amassada com um pouco de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cochonilhas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/cochonilha-verde.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/cochonilha-verde.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em geral, se apresentam de duas maneiras: como minúsculas moedinhas pretas ou marrons, ou envolvidas em uma teia branca parecida com algodão.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; gostam da base das folhas, das dobras, das bifurcações, dos botões e dos ramos novos, de onde sugam a seiva elaborada até matar os brotos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate:&lt;/span&gt; retire as pequenas infestações com cotonete embebido em álcool e as grandes com pulverizações de óleo mineral a 1%, que asfixiam os insetos. Repita as pulverizações depois das chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fungos e Ácaros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/fungos-e-acaros.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/fungos-e-acaros.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;São invisíveis, mas deixam sinais de sua passagem nas folhas.&lt;br /&gt;Os fungos deixam manchas circundadas por anéis amarelos e os ácaros deixam uma espécie de ferrugem no verso das folhas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; atacam folhas, flores e o caule.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate:&lt;/span&gt; a calda bordalesa é um ótimo preventivo quando&lt;br /&gt;aplicada a cada 15 dias. Se o ataque de fungos já tiver ocorrido, só fungicidas poderão eliminá-los. No caso dos ácaros, é possível limpar as folhas atingidas com algodão embebido em álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lesmas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/lesma.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/lesma.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; rastejam por todo o jardim, comendo folhas e brotos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate: &lt;/span&gt;atraia esses bichinhos com recipientes rasos cheios de cerveja, retirando-as depois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tatuzinhos-de-jardim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/tatuzinho-de-jardim.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/tatuzinho-de-jardim.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; comem as raízes novas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate:&lt;/span&gt; parta para a catação manual ou polvilhe folhas de tabaco trituradas na terra para evitá-los no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Piolhos-de-cobra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/piolho-de-cobra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/piolho-de-cobra.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; comem as brotações novas das raízes.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate:&lt;/span&gt; como são visíveis, o melhor é catá-los um a um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lagartas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bichinhos rastejantes, facilmente identificáveis nas plantas ou suas proximidades. Há as mais discretas e as mais chamativas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ação:&lt;/span&gt; comem raízes, brotos e folhas novas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Combate: &lt;/span&gt;catação manual ou, no caso de infestação em árvores, pulverização de uma mistura de 10 litros de água com 100 g de cal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caramujos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalhe pó de café, sal ou cinza de cigarro ao redor das plantas do seu jardim para evitar o ataque de caramujos. Outra dica é contornar o canteiro com uma linha de cal virgem, tomando cuidado para não colocar muito perto das plantas&lt;br /&gt;para não as queimar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 153);"&gt;Receitas caseiras para combater as pragas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Calda de fumo&lt;/span&gt; – Pegue 100 g de fumo e deixe de molho em 700 ml de água durante 24 horas. Depois, coe o chá e acrescente mais 700 ml de água, misturando bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Calda bordalesa &lt;/span&gt;– Coloque 200 g de sulfato de cobre em um saco de pano e mergulhe-o parcialmente por 4 horas em 18 litros de água. Separadamente, dissolva 200 g de cal virgem em 2 litros de água. Junte as duas misturas e mexa bem. Antes de usar, faça um teste de acidez. Mergulhe uma lâmina de ferro na mistura. Se a placa escurecer, acrescente um pouco mais da mistura de cal e teste novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115515615810112702?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115515615810112702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115515615810112702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115515615810112702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115515615810112702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/08/pragas-no-jardim.html' title='Pragas no Jardim'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115443355665205126</id><published>2006-08-01T08:50:00.000-03:00</published><updated>2006-08-01T08:59:16.666-03:00</updated><title type='text'>Proteína da gardênia pode virar droga contra diabetes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 102, 51); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;.:. CUriOsIDadES ::&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/010806gardeniaJasminoides.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/010806gardeniaJasminoides.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 102); font-weight: bold;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Gardenia &lt;i&gt;(Gardenia jasminoides)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;          Um trabalho unindo biologia molecular avançada e medicina tradicional          chinesa resultou em uma descoberta que pode render uma droga contra o          diabetes tipo 2. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Pesquisadores          da Escola Médica de Harvard, nos EUA, e da Universidade de Nanquim, na          China, encontraram em frutos da planta da gardênia uma proteína que promove          a produção de insulina. A genipina, molécula encontrada no vegetal, atua          bloqueando a enzima UCP2, que normalmente inibe a atividade das chamadas          células beta, as produtoras de insulina no pâncreas. A falta desse hormônio          é o que causa excesso de glicose no sangue e outros sintomas de diabetes.          &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;A          proteína foi testada com sucesso em células pancreáticas cultivadas em          laboratório e já despertou o interesse de laboratórios de companhias farmacêuticas.          Segundo os pesquisadores de Harvard, antes de alguém investir em testes          com animais e humanos, é preciso provar a segurança da molécula. A genipina          tem propriedades químicas que ainda precisam ser estudadas, mas as perspectivas          são boas. "Bolamos alguns testes para ver se essas propriedades eram requisitos          para a droga inibir a UCP2 e descobrimos que elas não são necessárias,          o que é bom", disse Bradford Lowell, líder da pesquisa em Harvard. "Isso          significa que poderiam ser feitas versões mais específicas da genipina          contendo apenas as propriedades desejadas para tratar diabetes”. Lowell          conta que, para isolar a molécula, a ajuda do grupo de Chen-Yu Zhang,          um especialista em medicina tradicional chinesa, foi fundamental. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Para          encontrar uma droga com propriedades desejadas, pesquisadores de empresas          farmacêuticas normalmente fazem ensaios clínicos in vitro automatizados          com incontáveis compostos até encontrar aquele com a propriedade desejada.          Lowell, porém, não teve como usar uma abordagem tão direta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:#006666;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 102);"&gt;Ajuda          da China&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Uma          vez que, além de encontrar a propriedade desejada, Lowel queria também          saber se a proteína atuava por meio da inibição de UCP2, era preciso fazer          um ensaio clínico paralelo. Para isso foram usados camundongos geneticamente          alterados para não produzir UCP2, mas o estudo acabou ficando complicado          demais. "Dada a natureza desse ensaio, não teríamos como testar milhares          e milhares de compostos, então decidimos fazer uma varredura em um número          menor de extratos vindos de fontes naturais", conta Lowell. “Aí que Zhang          entrou no nosso trabalho, com seu conhecimento de medicina tradicional          chinesa. Ele obteve alguns extratos de diferentes fontes e começamos os          trabalhos.” A genipina foi isolada de uma variedade oriental da gardênia,          a &lt;i&gt;Gardenia jasminoides,&lt;/i&gt; uma das cerca de 250 espécies descritas          do vegetal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Apesar          de ter descoberto um composto promissor para tratar diabetes tipo 2, Lowell          procurava primeiramente uma droga para fins científicos. "Somos um laboratório          de pesquisa básica, não uma empresa farmacêutica", diz. A genipina deve          se tornar uma ferramenta útil para estudar o funcionamento das mitocôndrias,          organelas celulares responsáveis por processar energia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Lowell          e Zhang descrevem o achado na edição atual do periódico científico "Cell          Metabolism".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: verdana; color: rgb(51, 153, 153);font-size:78%;" &gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; Revista Jardim de Flores(Science)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115443355665205126?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115443355665205126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115443355665205126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115443355665205126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115443355665205126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/08/protena-da-gardnia-pode-virar-droga.html' title='Proteína da gardênia pode virar droga contra diabetes'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115439490202970457</id><published>2006-07-31T20:38:00.000-03:00</published><updated>2006-07-31T22:15:02.846-03:00</updated><title type='text'>Arruda: xô mau olhado!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Arruda: xô mau olhado!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Apesar de ter aplicação na medicina natural e até na preparação de bebidas, a arruda ficou famosa mesmo pelos seus "poderes" contra o mau-olhado e outras vibrações negativas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/310706Arruda.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/310706Arruda.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é fácil determinar quando surgiu a fama da arruda (Ruta graveolens) como erva protetora. O que se sabe é que em culturas muito antigas, são encontradas referências sobre seus poderes contra as "más vibrações" e seu uso na magia e religião. Na Grécia antiga, ela era usada para tratar diversas enfermidades, mas seu ponto forte era mesmo contra as forças do mal. Já as experientes mulheres romanas costumavam andar pelas ruas sempre carregando um ramo de arruda na mão - diziam que era para se defenderem contra doenças contagiosas mas, principalmente, para afastar todos os males que iam além do corpo físico (e aí se incluíam as feitiçarias, mau-olhado, sortilégios, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média - época em que acreditava-se que as bruxas só poderiam ser destruídas com grandes poderes como o do fogo - a arruda reafirmou sua fama, pois seus ramos eram usados como proteção contra as feiticeiras e, ainda, serviam para aspergir água benta nos fiéis em missas solenes. O uso desta planta nas práticas mágicas do passado é impressionante. Em todas as referências pesquisadas, encontrei receitas que empregam a arruda como ingrediente. William Shakespeare, na obra Hamlet, se refere à arruda como sendo "a erva sagrada dos domingos". Dizem que ela passou a ser chamada assim, porque nos rituais de exorcismo, realizados aos domingos, costumava-se fazer um preparado à base de vinho e arruda que era ingerido pelos "possessos" antes de serem exorcizados pelos padres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fama atravessou séculos e fronteiras: no tempo do Brasil Colonial a arruda podia ser vista com freqüência, repetindo a performance dos tempos antigos, só que desta vez, associada aos rituais africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa famosa pintura intitulada "Viagem Histórica e Pitoresca ao Brasil, o artista Jean Debret retrata o comércio da arruda realizado pelas escravas africanas. O galho de arruda era vendido como amuleto para trazer sorte e proteção. E não eram apenas as escravas que usavam os galhinhos da planta ocultos nas pregas de seus turbantes - as mulheres brancas colocavam o galhinho estrategicamente escondido nos seios. Outro fator teria reforçado o valor da arruda naquela época: a infusão feita com a planta era usada como uma espécie de anticoncepcional e abortivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicinal, com reservas&lt;br /&gt;Também conhecida como arruda-dos-jardins, arruda-fedorenta ou ruta-de-cheiro-forte, a arruda é uma representante da Família das Rutáceas. É uma planta considerada sub-arbustiva ou herbácea, lenhosa, que apresenta caule ramificado, pequenas folhas verde-acinzentadas e alternadas. As flores também são pequenas e de coloração amarelo-esverdeada. Originária da Europa, mais especificamente do Mediterrâneo, a arruda se dá muito bem em solos levemente alcalinos, bem drenados e ricos em matéria orgânica. A planta necessita de sol pleno pelo menos algumas horas por dia. Sua propagação se dá por meio de estacas ou sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma planta muito resistente que, se atendidas suas necessidades básicas de cultivo, dificilmente apresentará problemas. A colheita normalmente pode ser feita cerca de 4 meses após o plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às propriedades medicinais da arruda é interessante, antes de prosseguir, fazer uma observação: há séculos, divulga-se que a planta apresenta propriedades muito ligadas ao desejo sexual masculino e feminino, mas de formas diferentes: seria um anafrodisíaco (ou anti-afrodisíaco) para os homens e um excitante para as mulheres. Ainda não foi possível comprovar a veracidade dessas indicações, entretanto, nos escritos (datados de 1551) de Hieronymus Bock, considerado um dos primeiros botânicos da história, havia a recomendação para que monges e religiosos ingerissem a arruda, misturada aos alimentos e às bebidas, para garantir a pureza e castidade. A verdade é que esta planta era realmente muito abundante nos jardins dos mosteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma substância chamada rutina é a responsável pelas principais propriedades da arruda. Ela é usada para aumentar a resistência dos vasos sangüíneos, evitando rupturas e, por isso é indicada no tratamento contra varizes. Popularmente, seu uso é indicado para restabelecer ou aumentar o fluxo menstrual e, também, para combater vermes. Como uso tópico, o azeite de arruda, obtido com o cozimento da planta, é aplicado para aliviar dores reumáticas. Seu aroma forte e característico, detestado por muita gente, é considerado um ótimo repelente, por isso a arruda é colocada em portas e janelas para espantar insetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arruda é, ainda, muito usada na medicina popular para aliviar dores de cabeça e, segundo os especiaistas, isso pode ser explicado porque ela apresenta um óleo essencial que contém undecanona, metilnonilketona e metilheptilketona. Todas essas substâncias de nomes complicados possuem propriedades calmantes e, ao serem aspiradas, aliviam as dores e diminuem a ansiedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das propriedades medicinais conhecidas há séculos, o uso interno desta planta é desaconselhado pois, em grande quantidade, a arruda pode causar hiperemia (abundância de sangue) dos órgãos respiratórios, vômitos, sonolência e convulsões. O efeito considerado "anticoncepcional" na verdade é abortivo, pois provém da inibição da implantação do óvulo no útero, sendo que a ingestão da infusão preparada com a arruda para esta finalidade é muito perigosa e pode provocar fortes hemorragias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, a arruda também teve muita aplicação na culinária: suas sementes e folhas eram usadas para enriquecer saladas e molhos, em virtude das boas doses de vitamina C contidas na planta. Seu uso era considerado uma defesa contra o escorbuto. Além disso, a planta também servia para aromatizar vinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sul da Europa, as raízes da arruda eram adicionadas a um tipo de bebida chamada "grappa", para funcionar como um licor digestivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Curiosidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existe uma história muito curiosa - não se sabe se é verdadeira - que relaciona a arruda ao "Vinagre dos quatro ladrões". Conta-se que no século XVII, a Europa padeceu com uma grande peste que dizimava centenas de pessoas por semana. Ninguém conhecia a causa da doença e muito menos a cura. Grandes cruzes vermelhas eram pintadas nas paredes para marcar as casas de pessoas atacadas pela praga. Alguns ladrões, porém, pareciam completamente imunes: entravam naquelas casas, roubavam os mortos e não adoeciam. Muito tempo depois, descobriu-se como esses ladrões se protegiam - era com uma espécie de vinagre, preparado com arruda, sálvia, losna, menta, alecrim, lavanda, cânfora, alho, noz-moscada, cravo e canela; tudo bem misturado em um galão de vinagre de vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por: Rose Aielo Blanco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora da Revista Jardim de Flores &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115439490202970457?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115439490202970457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115439490202970457&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115439490202970457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115439490202970457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/arruda-x-mau-olhado.html' title='Arruda: xô mau olhado!'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115316584304193755</id><published>2006-07-17T16:38:00.000-03:00</published><updated>2006-07-17T16:54:43.010-03:00</updated><title type='text'>À sombra da árvore</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 204, 204);"&gt;"Árvores dão flores, frutos, sombra. Árvores embalam sonhos – infantis ou  não. Da pequena falsa-murta à figueira cinqüentenária, cada centímetro de tronco  carrega uma lembrança. Aqui, exemplos de esculturas vivas"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente dos projetos que costuma assinar, o desta casa no Alto de  Pinheiros, em São Paulo, estava quase pronto. A vegetação foi sabiamente mantida  pelo paisagista Raul Pereira pela exuberância e singularidade. 'Fiquei surpreso  ao encontrar exemplares como uma falsa-murta adulta e uma esponja-de-ouro,  árvore rara no Brasil e de crescimento lento, que está robusta', diz Pereira.  Além de conservar um estilo típico da década de 70, o jardim carrega lembranças  da infância do morador atual, que vive com a mulher e as filhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  paisagista retirou algumas espécies para que outras sobressaíssem. 'Tudo gira em  torno da falsa-murta, centralizada em meio aos 252 m2 de jardim', afirma  Pereira. As ramificações mais baixas foram podadas e dois bancos, dispostos em  'L', convidam à leitura e às brincadeiras embaixo da pequena árvore. Quando  chega a primavera, as florzinhas brancas forram a copa e perfumam a área. 'O  projeto tem a escala do olhar. Tudo é visível e palpável, para aproximar os  moradores do jardim.'&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore01.jpg" height="200" width="220" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top"&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Conservada&lt;/strong&gt; na área, a falsa-murta (Murraya  paniculata) virou o centro das atenções depois de ganhar banquinhos ao seu  redor. Almofadas e lanterna, L'Oeil. Seixos rolados demarcam o espaço e  contrastam com o verde do gramado e o branco da pedra São Tomé. Renques de  helicônia, à esq., disfarçam parte do muro, que ganhou (ao lado da porta)  lírios-da-paz-gigantes (Spathiphyllum ortgiesii) com forração de  barba-de-serpente-branca&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Castanheira para atrair esquilos &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Plantas da região dominam os 2.600 m2 de terreno da casa de campo do  paisagista Benedito Abbud, em São Roque, no interior paulista. No meio de  cássias, xaxins, dracenas, cerejas-silvestres e paus-jacaré, chama a atenção a  castanheira-portuguesa, não menos adaptada ao clima. Plantada na área da  piscina, a árvore, ainda jovem, cresce vigorosamente e começa a dar frutos. &lt;/p&gt; &lt;table align="center" border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="164"&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore02.jpg" height="200" width="164" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="220"&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore01.jpg" height="200" width="220" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="164"&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Quando &lt;/strong&gt;a castanheira frutifica, as aparições de  esquilos são assíduas. Vale esperar uma visita. Ao fundo, viburno (&lt;em&gt;Viburnum  sp&lt;/em&gt;) &lt;/div&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="220"&gt; &lt;div align="left"&gt;Nenhuma planta foi retirada do lugar. A escada foi arquitetada  prevendo o movimento das árvores nativas. Ao redor do tronco da cássia-amarela  foram plantadas orquídeas-bambu &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Única espécie não-nativa da região, ela conserva as melhores histórias. 'Há  quatro anos vi esquilos ao redor de uma castanheira. A cena me levou à infância,  à época em que as castanhas sempre apareciam nos jantares de Natal. Resolvi  acrescentá-la à vegetação para atrair esquilos, mas também com saudosismo',  revela Abbud. E os bichinhos realmente aparecem na hora da refeição. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A castanheira preenche a primeira seqüência de jardim. A metragem total do  lote permitiu que fossem trabalhados conjuntos de vegetação, revelados  gradativamente. Para esconder o 'jardim das carpas' - que fica abaixo do platô  da piscina - os galhos inferiores da castanheira foram mantidos, criando uma  cortina verde. &lt;/p&gt; &lt;table align="center" border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="120"&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore04.jpg" height="120" width="120" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="120"&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore05.jpg" height="120" width="120" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="120"&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore06.jpg" height="120" width="120" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="120"&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Cássia-amarela &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Senna multijuga  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Muito empregada em parques e jardins do Sudeste do país, esta árvore  brasileira atinge até 10 m de altura. O longo florescimento, de dezembro a  abril, torna-a extremamente ornamental. Pelo pequeno porte e forma estreita da  copa, é boa para arborizar ruas &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="120"&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Castanha-portuguesa &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Castanea sativa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O clima frio é a paixão desta árvore nativa da Europa, do norte da  África e da China. Sua castanha cresce dentro de um ouriço, mas sai naturalmente  quando amadurece. Pode atingir 25 m de altura. O tronco produz madeira dura  utilizada com freqüência em construções &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="120"&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Orquídea-bambu &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arundina bambusifolia  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Também conhecida como arundina, esta orquídea terrestre, originária de  Burma, possui folhas laminares e alongadas, que podem atingir até 2 m de altura.  Principalmente na primavera e no verão, dá flores bastante decorativas, em tons  entre o branco e o lilás &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Uma senhora figueira &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não foi difícil para a paisagista Sylvia Luz, do espaço Topiária Paisagismo,  incorporar a figueira com mais de 50 anos e 7 m de altura ao projeto  paisagístico desta casa no Jardim Paulista, em São Paulo. A árvore, tombada pelo  Condephaat - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico  e Turístico do Estado de São Paulo, foi mantida do projeto original e  domesticada ao jardim de 306 m2. 'Podamos alguns galhos para diminuir a sombra e  evitar que seus frutos e leite manchem o chão de tijolos', diz Sylvia. Essa  operação acontece a cada dois anos. &lt;/p&gt; &lt;table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore07.jpg" height="200" width="159" /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: justify;" valign="top"&gt; &lt;strong&gt;Nos 120 m2 &lt;/strong&gt;onde se acomoda o jardim da piscina,  a castanheira (Castanea sativa), ao centro, reina absoluta. Com apenas quatro  anos, o exemplar frutificou pela primeira vez em dezembro passado. À esq. dela  fica a cássia-amarela (Senna multijuga), nativa da região: tem aproximadamente  15 anos e 10 m de altura &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;A pedido da moradora, a vegetação prima pela praticidade e resistência para  suportar as brincadeiras dos três filhos pequenos e do labrador. O visual  monocromático - só com flores brancas - garante o estilo. Espécies venenosas e  com espinhos foram vetadas. A paisagista usou falsa-vinha para cobrir o muro e,  junto dele, camélias e nandinas. Mesmo com bolas, skates e muita corrida, o  jardim está sempre em ordem graças à boa escolha das espécies. &lt;/p&gt; &lt;table align="center" border="1" cellpadding="1" cellspacing="1"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="150"&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore08.jpg" height="150" width="150" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="150"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore09.jpg" height="150" width="150" /&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="text-align: left;" valign="top" width="150"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Camélia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Camellia japonica &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A  origem oriental - Japão, China e Coréia - em nada influenciou o comportamento  deste arbusto, que se adaptou bem ao clima tropical. Cultivado a pleno sol ou à  meia-sombra, atinge até 6 m de altura. Suas flores brancas são formadas no  outono e no inverno &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: left;" valign="top" width="150"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figueira &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ficus auriculata &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A  folhas largas e ramificadas e a copa cheia desta árvore originária da Índia não  deixam dúvida quanto à sua beleza. Quando adulta, atinge facilmente 7 m de  altura. Seus frutos são avidamente consumidos por pássaros  &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;table align="center" bg cellpadding="3" cellspacing="0" width="90%" style="color:#ffffcc;"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr style="font-weight: bold;"&gt; &lt;td bg style="color:#006633;"&gt; &lt;p class="style1" align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;COMO TRANSPLANTAR ÁRVORES&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 51, 0); text-align: justify;"&gt;Preservar árvores de valor ornamental ou sentimental são apenas duas das  justificativas para transplantar uma espécie, mas regras mudam de cidade para  cidade. Ou seja, pensou em retirar uma árvore, ligue para a prefeitura para ver  se pode. Em São Paulo, a lei 10.365, de 1987, determina que árvores são bens  comuns dos munícipes. Qualquer transplante tem de ser comunicado à  sub-prefeitura, que o autoriza apenas quando as plantas causam algum transtorno  ao imóvel ou quando se quer construir no lugar. Ainda assim, outras árvores têm  de ser plantadas como 'compensação'. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 51, 0); text-align: justify;"&gt;A operação de transplante exige muita técnica e pode se tornar cara, caso  seja preciso maquinário para viabilizar a retirada, o transporte e o plantio.  Embora todas as árvores possam ser retiradas, há tipos que oferecem dificuldade,  como os de raiz pivotante (em forma de pião vertical): eucalipto, pinheiro e  cedrinho, por exemplo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 51, 0); text-align: justify;"&gt;A técnica mais eficiente, conhecida como sangramento, prepara a espécie para  o transplante com até três meses de antecedência ao corte do pião (raiz  principal). O diâmetro correto a ser cavado varia conforme a planta. A idéia é  não prejudicar o torrão. Para isso, uma fórmula leva em consideração o DAP,  Diâmetro da Árvore à Altura do Peito. Em média, toma-se como base a medida de  1,30 m de altura para medir o diâmetro do tronco. Com isso chega-se ao DAP. Seis  vezes superior ao DAP será o diâmetro do torrão; oito vezes o DAP a sua  profundidade. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Após cavar a vala ao redor do torrão, são colocadas folhas, serragens e  matéria orgânica entre este e a terra, esperando o restabelecimento da espécie  por três meses. Após o corte, deve-se embrulhar o pião em um saco de sisal e  efetuar o transporte. Para não haver rejeição, vale marcar os galhos da árvore  voltados para a face norte e plantá-la sob as mesmas condições em uma cova com o  dobro do tamanho do torrão. Depois de preencher o espaço com matéria orgânica,  mantê-la apoiada em paus ou cabos de aços por um ano. Após o plantio, deve  receber regas diárias. Em geral, a melhor época para a operação é a primavera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td style="vertical-align: top;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="color: rgb(153, 255, 153); font-weight: bold;" align="justify"&gt; &lt;td bgcolor="#006633" valign="top"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fontes: Raul Pereira (paisagista) e Secretaria do  Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="style2"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;table border="1" cellpadding="1" cellspacing="1" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="128"&gt; &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bruttos.kit.net/Paisagismo/imagens/sombraArvore10.jpg" height="200" width="159" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align: justify;" valign="top"&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A prioridade, &lt;/strong&gt;aqui, era deixar o máximo de área  livre para brincadeiras. Junto ao muro foram previstas cercas vivas de camélia,  à frente, e, em seguida, nandina &lt;em&gt;(Nandina domestica). &lt;/em&gt;A figueira,  conservada do projeto original, dá volume e proporciona a melhor sombra do  jardim. Os muros foram cobertos por falsa-vinha (Parthenocissus tricuspidata),  que, com o tempo, esconderá totalmente a alvenaria  &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204); font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Fonte: Revista Casa e Jardim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115316584304193755?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115316584304193755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115316584304193755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115316584304193755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115316584304193755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/sombra-da-rvore.html' title='À sombra da árvore'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115288599614420675</id><published>2006-07-14T10:48:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T11:08:07.926-03:00</updated><title type='text'>A PRESENÇA DA ÁGUA NOS JARDINS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 153); font-style: italic;"&gt;"Necessidade ou pura estética? Nas duas situações a água contribui como elemento de mobilidade que enriquece a paisagem"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/agua_cascata.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/agua_cascata.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tendência cada vez mais acentuada nos dias atuais, a água é presença garantida em muitos jardins urbanos. Cada vez mais utilizada pelos paisagistas, pode apresentar-se sob diversas formas, em movimento ou repouso, de modo naturalista ou formal, quebrando a monotonia ou favorecendo o relaxamento...Vai depender da finalidade a que o jardim se propõe e da criatividade do paisagista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cascata da foto acima, sugere um despojamento e  naturalismo muito apropriados para um jardim residencial, onde se pretende criar a paisagem mais próxima da que ocorre na natureza, onde tudo parece já existir ali, de forma nativa e casual... Desse tipo de proposta, é possível tirar partido de tudo, até mesmo do barulho relaxante da água caindo pelas pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/agua_chafariz.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/agua_chafariz.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas a água  também pode fazer uma presença mais formal no jardim, e apresentar-se de modo mais contido ou sóbrio, em uma proposta onde é muito visível a mão e o traçado do paisagista. No chafariz onde o foco é a escultura central, o formato bem demarcado dos canteiros, estabelece o jogo de texturas entre as espécies.&lt;br /&gt;A proposta é muito atual e também muito apropriada para jardins urbanos de natureza residencial ou comercial. Vai depender da tipologia da construção e do uso a que se destina o jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/agua_espelho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/agua_espelho.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Águas em repouso, com pouca profundidade, espelhos d'água que nos convidam à contemplação e que se destacam por seus reflexos. Causam contrastes e podem virar pontos de destaques discretos nos jardins. É possível trabalhar junto à água, com espécies apropriadas a alagados como o papiro na foto ao lado, ou com espécies aquáticas como as ninféias e sagitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/agua_eritrina.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/agua_eritrina.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A finalidade na maioria das vezes pode parecer meramente estética e esse já seria um nobre e justificável motivo para sua presença nos jardins. Mas a questão é que a água também contribui para melhorar as condições de umidade no ambiente a sua volta. Por isso é presença praticamente obrigatória em regiões de clima mais seco, onde as prefeituras de grandes e pequenas cidades, mandam implantar lagos municipais para melhorar as condições de umidade do ar e permitir algum lazer de qualidade para a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/agua_piscina.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/200/agua_piscina.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A água pode estar presente no jardim com a finalidade de lazer e nesse caso as piscinas estão cada vez mais diversificadas. Na foto ao lado temos uma piscina integrada a construção, como sua continuidade, e com uma forma bem variada. Observe que existe uma raia para natação, definida em meio a forma irregular da piscina. A água irá contribuir nesse caso, para o lazer, esporte e também para melhorar o ambiente no interior da habitação, em locais de clima quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso é importante que a piscina seja posicionada preferencialmente, a favor dos ventos dominantes em direção a casa. Dessa forma, a brisa passará pela água antes de atingir o interior da casa, trazendo um ar mais fresco e úmido e melhorando as condições internas da construção. Esse recurso deve ser utilizado em locais com climas mais secos ou quentes, como o que ocorre no Centro-Oeste e Nordeste brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Fonte: Casa e Cia . Arq&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115288599614420675?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115288599614420675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115288599614420675&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115288599614420675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115288599614420675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/presena-da-gua-nos-jardins.html' title='A PRESENÇA DA ÁGUA NOS JARDINS'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115282271718712863</id><published>2006-07-13T17:25:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T17:37:14.373-03:00</updated><title type='text'>Como secar flores  |  Arranjos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Como secar flores para fazer lindos arranjos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Existem vários métodos para você secar flores e compor lindos arranjos para sua casa. Além de duráveis, eles podem ser feitos com espécies que você colhe no seu próprio jardim. Veja como é fácil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="verdeescuro"&gt;&lt;b&gt;Secagem no varal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ótimo para flores do tipo mosquitinho, sempre-viva, perpétua-rosa e agerato, este método é muito prático. Basta colher as flores na sua tonalidade definitiva, formar pequenos maços amarrados com fita plástica ou arame flexível e pendurar num varal improvisado dentro de um armário escuro. Em duas ou três semanas, as flores estarão sequinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="verdeescuro"&gt;&lt;b&gt;Secagem com sílica gel&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ideal para espécies mais delicadas, como rosas, zínias e crisântemos. Este produto absorve 400% de água das pétalas e se constitui de cristais azulados que se tornam rosa depois de absorverem a umidade. Oferecem a vantagem de reaproveitamento, depois de secados no forno, assumindo novamente a cor azul. O processo é simples: providencie uma lata que possa ser bem fechada, corte as hastes das flores deixando um cabinho de 2 cm e cubra o fundo da lata com 1 cm de sílica gel. Disponha as flores e, em seguida, vá colocando mais sílica até cobrir as flores. Feche e lacre com fita adesiva. Depois de quatro a seis dias, as flores estarão secas. Então, retire-as da lata, limpe o pó e providencie hastes de arame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="verdeescuro"&gt;&lt;b&gt;Secagem com bórax&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Este produto, misturado com areia ou fubá, é ótimo par qualquer tipo de flor. Junte uma parte de bórax com quatro de areia ou fubá e 1 colher (de sopa) de sal par cada 250 ml de mistura, Leve-a ao sol para secar&lt;br /&gt;depois use-a da mesma maneira indicada para a sílica, gel. Entretanto, saiba que este processo é um pouco mais demorado, embora resultado seja o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 204, 204);font-size:85%;" &gt;Fonte: Revista Casa Claudia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115282271718712863?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115282271718712863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115282271718712863&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115282271718712863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115282271718712863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/como-secar-flores-arranjos.html' title='Como secar flores  |  Arranjos'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115280965036428351</id><published>2006-07-13T13:51:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T13:54:10.376-03:00</updated><title type='text'>Esalq revitaliza o Jardim das Rosas</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;"O Museu e Centro de Ciência, Educação e Arte Luiz de Queiroz, localizado na Esalq (Escola Superior d..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu e Centro de Ciência, Educação e Arte Luiz de Queiroz, localizado na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) ganhou um típico jardim francês clássico – o Jardim das Rosas – nos moldes do original, que data de 1943. A revitalização do espaço, que obedeceu às características fundamentais de um jardim desse estilo, é fruto do trabalho de alunos que integram o Grupo de Estudos em Paisagismo (GEP), supervisionados e coordenados por Ana Maria Liner Pereira Lima – professora da área de paisagismo do Departamento de Produção Vegetal – com a colaboração da engenheira agrônoma e paisagista Nancy Ferruzzi Thame, que implantou o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ana Maria, o jardim francês funciona como um contraponto ao Parque da Esalq, em estilo inglês. “Ao contrário do estilo inglês, cujas características principais são a presença de muitas árvores, sombras e curvas, sem nenhuma simetria, no francês predominam o espaço aberto, simétrico, falta de árvores, grande número de linhas retas, plantas podadas e flores coloridas”, explica. Tudo porque a intenção é valorizar a construção -- no caso do Jardim das Rosas -- a sede do Museu, em estilo colonial americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando surgiu a intenção da revitalização, a idéia era manter os princípios do jardim original, embora haja pouca documentação a respeito. “Procuramos seguir o que havia ali, tanto que mantivemos algumas plantas originais que já existem, aproximadamente, há 60 anos”, diz Ana Maria. A novidade fica por conta de uma fonte e um pergolado, que não estavam no projeto original. “O jardim francês é muito romântico e a fonte é um recurso a mais, proporcionando um agradável som de água”, observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter as características, 146 roseiras foram plantadas, principalmente muitas rosas de variedades antigas, que deixam no ar um delicioso aroma. Um pergolado treliçado com trepadeiras e um banco deixam o local ainda mais aconchegante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram dois meses de muito trabalho e dedicação para revitalizar essa área que tem, aproximadamente, 600 metros quadrados. “A revitalização faz parte das comemorações dos 105 anos da Esalq”, observa o diretor da instituição, José Roberto Postali Parra. Para ele, é fundamental prezar a tradição num País com tão pouca memória. Segundo Parra, a visitação do Jardim das Rosas deve acompanhar as do Museu Luiz de Queiroz mas, “logicamente que o visitante poderá conhecê-lo indo ao local”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORMAÇÃO – O Jardim das Rosas é formado por diversas espécies de plantas como o buxinho – um arbusto que sobreviveu todos esses anos, já que fazia parte do jardim original -- camélias vermelhas e brancas, ciprestes italianos – que servem como pano de fundo --, azaléias remanejadas de seus antigos locais, alyssum, abélias e um verdadeiro arsenal de rosas. “Como optamos por uma fonte, utilizamos uma rosa antiga de ferro como miolo, numa alusão ao nome do jardim”, explica Nancy. A fonte, que irá receber carpas, é feita de tijolos de demolição, assim como todo o caminho original, que teve que ser refeito, também, com cimento queimado, em nível. A paisagista conta que não foi fácil chegar no “ponto” da rugosidade ideal, já que o caminho será percorrido por pessoas de todas as idades e em diferentes condições físicas, não podendo ficar liso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contorno do jardim é todo em alyssum, também chamado de “flor de mel” e “colchão de noiva”, uma espécie de florzinha muito romântica. Já o entorno é todo verde, com buxinhos e gramados. Mas o destaque mesmo é o canteiro grande, com uma coleção de roseiras, que vão desde o champanhe até o vermelho, passando pelo lilás, rosa, ferrugem, amarelo e outros tons, numa explosão de cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mantê-las lindas durante todo o ano, Nancy conta que existe uma série de cuidados específicos, inclusive no controle de pragas e doenças. Atrás do pergolado, uma cerca viva de abélias delimita o espaço, também com pequeninas flores brancas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Esalq é muito marcante para Piracicaba, influenciando seu povo e até sua economia. Acho esse resgate muito importante, pois a instituição é uma referência para os piracicabanos. Além disso, a beleza faz bem”, finaliza Nancy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO – O Jardim das Rosas pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h. &lt;br /&gt;Piracicaba - SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);"&gt;Fonte: Noticias - Paisagismo Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115280965036428351?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115280965036428351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115280965036428351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280965036428351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280965036428351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/esalq-revitaliza-o-jardim-das-rosas.html' title='Esalq revitaliza o Jardim das Rosas'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115280805232878383</id><published>2006-07-13T13:21:00.001-03:00</published><updated>2006-07-13T13:38:20.583-03:00</updated><title type='text'>Para orquídea, sexo é uma ocupação solitária</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 153);"&gt;Para um tipo de orquídea na China, procriar é algo que se faz sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta Holcoglossum amesianum cresce em troncos de árvores na província de Yunnan, na China&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um tipo de orquídea na China, procriar é algo que se faz sozinho. Ao invés de depender de insetos ou mesmo do vento para a polinização, os cientistas descobriram que a orquídea Holcoglossum amesianum na realidade fertiliza a si mesma, de acordo com um relatório na edição Revista Nature.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orquídea desafia a gravidade para torcer a parte masculina de sua flor no formato necessário para fertilizar a feminina, descobriu uma equipe liderada por LaiQiang Huang, da Universidade Tsinghua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta o faz sem a ajuda de fluidos grudentos ou outros métodos usados pelas plantas autopolinizantes para assegurar que o pólen alcance o óvulo, reportou Huang. Isso faz da técnica da Holcoglossum amesianum um novo método de polinização, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe estudou mais de 1.900 flores dessa espécie, que cresce em troncos de árvores na província de Yunnan, na China, e floresce durante os meses secos e sem vento entre fevereiro e abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orquídea não produz perfume ou néctar, e os pesquisadores não viram nenhuma ocorrência de polinização por um inseto ou pelo vento. Ao invés disso, a antera que carrega o pólen se descobre e gira para uma posição adequada para ser inserida na cavidade do estigma, onde acontece a fertilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa relação sexual é tão exclusiva que as flores nem mesmo transferem pólen para outras flores na mesma planta, descobriram os pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);font-size:85%;" &gt;Fonte: Paisagismo Brasil (estadão.com.br)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115280805232878383?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115280805232878383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115280805232878383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280805232878383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280805232878383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/para-orqudea-sexo-uma-ocupao-solitria_13.html' title='Para orquídea, sexo é uma ocupação solitária'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115280644350260362</id><published>2006-07-13T12:45:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T09:05:09.013-03:00</updated><title type='text'>Reportagem  |  Faça uma linda floreira de bambu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/floreira00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/floreira00.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="padding: 10px 30px 10px 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 255, 153);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(51, 51, 0);font-size:85%;" &gt;Passo-a-passo para fazer uma linda floreira de bambu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com algumas dicas espertas você transformará as suas idéias em charmosas floreiras que vão dar cor aos cantinhos do seu jardim. Confira o passo-a-passo para montar uma linda floreira de bambu, extraído da Edição Especial Flores no Paisagismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material necessário&lt;br /&gt;• Floreira de bambu&lt;br /&gt;• Impermeabilizante&lt;br /&gt;• Manta bidim&lt;br /&gt;• Pedriscos&lt;br /&gt;• Substrato&lt;br /&gt;• Mudas de álisso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Impermeabilização – Aplique uma camada de impermeabilizante dentro da peça. Depois faça os furos para drenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Drenagem – Forre o fundo da floreira com pedriscos, que vão auxiliar na drenagem da água das regas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/floreira02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/floreira02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;3. Plantio – Acomode as mudas de álisso numa fileira, cuidando para não desmanchar o torrão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/floreira03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/floreira03.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;4. Assentamento – Depois de acomodar as plantas, cubra as laterais e a base da planta com o substrato da floreira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/1600/floreira04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4583/3233/320/floreira04.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 153);"&gt;Fonte: Revista Natureza, Editora Europa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115280644350260362?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115280644350260362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115280644350260362&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280644350260362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280644350260362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/reportagem-faa-uma-linda-floreira-de.html' title='Reportagem  |  Faça uma linda floreira de bambu'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31077611.post-115280548679261304</id><published>2006-07-13T12:36:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T13:11:04.746-03:00</updated><title type='text'>Sobre</title><content type='html'>Sobre o Blogger... em construção...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31077611-115280548679261304?l=paisagismoecia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/feeds/115280548679261304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31077611&amp;postID=115280548679261304&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280548679261304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31077611/posts/default/115280548679261304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paisagismoecia.blogspot.com/2006/07/sobre.html' title='Sobre'/><author><name>Maurício Uchôa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01055316542310224330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_jYCTB4SU3WM/R9gI1uL0OnI/AAAAAAAAAME/8FHZ18J3CUY/S220/P2290023-.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
